Nozes protegem contra morte prematura, diz estudo

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BBC

Se você tem o hábito de comer metade de um punhado de nozes a cada dia, pode estar reduzindo de modo significativo o risco de morrer prematuramente, segundo um estudo feito na Holanda.

Pesquisas anteriores já tinham estabelecido uma relação do consumo de nozes com a boa saúde cardiovascular, mas esta é a primeira vez que foram estudadas nozes específicas e seus efeitos no desenvolvimento de determinadas doenças.

Pesquisadores holandeses analisou hábitos alimentares de mais de 120 mil pessoas
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Após dez anos de pesquisa, os cientistas da universidade de Maastricht concluíram que as pessoas que consumiram diariamente pelo menos 10 gramas de nozes ou amendoim tiveram 23% menos risco de morte.

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Entretanto, o estudo concluiu também que o consumo de pasta de amendoim (peanut butter) não traz nenhum benefício por conter níveis elevados de sal e de gordura trans.

O que tem de bom em uma noz?
–  Ácidos graxos monoinsaturados e polinsaturados
–  Vitaminas de diversos tipos
–  Fibras
–  Antioxidantes
–  Outros compostos bioativos

O estudo analisou dados sobre a dieta alimentar e o estilo de vida fornecidos por 120 mil homens e mulheres holandeses de idades que variavam de 55 a 69 anos. Dez anos depois, os cientistas analisaram o índice de mortalidade do grupo.

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Arroz: o integral tem mais fibras, proteínas e vitamina B do que o branco, mas os dois são perfeitos quando combinados ao feijão, uma combinação proteica de alto valor. Foto: Getty ImagesAmaranto: fonte de manganês, magnésio e fósforo, que ajudam na absorção do cálcio, na regeneração de tecidos e na regulação dos batimentos cardíacos . Foto: Getty ImagesAveia: fonte de fibras solúveis, ajuda a regular os níveis de colesterol e açúcar no sangue e reduz o risco de câncer de cólon ao auxiliar no trânsito intestinal. Foto: Getty ImagesCenteio: rico em fibras e sais minerais, mas pobre em calorias, promove sensação de saciedade rapidamente. Também é indicado em dietas de hipertensos e diabéticos. Foto: Getty ImagesCevada: é utilizado para fazer uísque e cerveja, mas também pode ser consumido na forma de mingau, cozido. Rico em vitaminas B e potássio, reduz o colesterol ruim. Foto: Getty ImagesChia: fonte de potássio, ferro, magnésio, cálcio e fibras totais, a semente de chia também é importante fornecedor de ômega 3 ao organismo. Foto: Getty ImagesFeijão: rico em proteínas vegetais, é uma das principais fontes de ferro, mineral essencial para a formação das células sanguíneas e dos músculos . Foto: Getty ImagesGergelim: por apresentar altíssimos níveis de cálcio, as sementes de gergelim são indicadas para fortalecer ossos e tendões, além de combater problemas ósseos. Foto: Getty ImagesGrão-de-bico: contém um amido que coopera com o desenvolvimento de bactérias benéficas no intestino, o que ajuda o sistema imunológico. Foto: Getty ImagesLentilha: rica em fibras solúveis, combate a constipação e alivia irritações intestinais. A alta quantidade de fibras também auxilia no controle do colesterol ruim. Foto: Getty ImagesLinhaça: fonte de ômega 3, a linhaça é rica em lignanas (estudos recentes vêm relacionando elas ao alívio de alguns sintomas da menopausa e à prevenção de câncer de mama). Foto: Getty ImagesMilho: além de vitaminas do complexo B e de minerais como ferro e zinco, contém os antioxidantes luteína e zeaxantina, que previnem problemas nos olhos, como a catarata. Foto: Getty ImagesQuinoa: fonte de proteínas vegetais, é rica em ômega 3 e ômega 6, fundamentais no controle do colesterol ruim (LDL) e na prevenção de doenças cardiovasculares. Foto: Getty ImagesSoja: fonte por excelência da isoflavona, relacionada à diminuição de sintomas da menopausa e à prevenção do câncer de mama. Foto: Getty ImagesTrigo: o mais rico e essencial dos grãos. A versão integral contém ácido glutâmico (que estimula a atividade cerebral), óleos essenciais e vitaminas B e E. Foto: Getty Images

O risco de morte prematura causada por câncer, diabetes, doenças respiratórias e neurodegenerativas era menor entre o grupo que consumia nozes regularmente.

Os pesquisadores encontraram um risco 23% menor de mortalidade no período de 10 anos causada por todo o tipo de doenças, com uma redução de:

–  45% por doenças neurodegenerativas
–  39% por doenças respiratórias
–  30% por diabetes

Piet van den Brandt, líder do estudo publicado no International Journal of Epidemiology, disse que foi “impressionante notar uma redução significativa da mortalidade mesmo entre os que consumiam diariamente uma média de 15 gramas de nozes e amendoim.”

Os pesquisadores acrescentam que o estudo levou em conta o fato de que normalmente os consumidores de nozes são também consumidores de frutas, verduras e legumes, e que as mulheres que têm hábito de comer nozes são geralmente mais magras. Segundo van den Brandt, os resultados foram ajustados de modo a refletir essa realidade.

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