Europa anuncia liberação de 60,5 milhões de euros para combater o ebola

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Agência Brasil

EPA/Agência Lusa/Direitos Reservados

A Comissão Europeia anunciou nesta segunda-feira (8) financiamento de 60,5 milhões de euros (cerca de R$ 188 milhões) para combater o surto de ebola na África Ocidental, incluindo a Guiné-Bissau, no âmbito da prevenção.

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O anúncio foi feito pelo comissário europeu para a Cooperação Internacional, Neven Mimica, durante visita à Guiné-Conacri, um dos países cujo governo vai receber diretamente apoio – tal como o da Libéria – para ajudar a lidar com o impacto econômico de combate ao vírus da doença.

A Guiné-Conacri vai receber ajuda no valor de 11 milhões de euros (R$ 34 milhões) e a Libéria, 14 milhões de euros (R$ 43 milhões).

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A ajuda financeira inclui mais 20 milhões de euros (R$ 62 milhões) para apoiar o plano de saúde lançado em 2013 para enfrentar a epidemia na Guiné-Conacri.

A Guiné-Bissau partilha com o Mali, Burkina Faso, o Togo, a Costa do Marfim e Mauritânia uma verba de 11 milhões de euros (R$ 34 milhões) para investimento na prevenção da febre hemorrágica.

Profissional de saúde retira suas roupas de proteção contra o ebola em Monróvia, Libéria. Foto: Reuters/Stringer/NewscomFuncionário do aeroporto da Cidade de Guatemala manipula um termômetro infravermelho que monitora a temperatura dos viajantes que chegam ao país. Foto: Reuters/Stringer/NewscomCartaz explicando o que é o ebola e como ele é transmitido é visto na área de desembarque aeroporto da Cidade de Guatemala. Foto: Reuters/Stringer/NewscomCachorro de estimação de Nina Pham, enfermeira americana que contraiu ebola, está sendo monitorado. Não se sabe ainda se os cães também podem contrair o vírus. Foto: ReproduçãoHospital em Dallas, nos Estados Unidos, onde enfermeira que tratava liberiano com ebola foi infectada com o vírus. Foto: APPoliciais isolam prédio em que mora o funcionário de saúde que pode ter sido infectado, em Boston, nos Estados Unidos. Foto: APPolícia isola casa em Dallas onde vive funcionário de hospital infectado por ebola, nos Estados Unidos. Foto: APHomem limpa local perto da ambulância que transportou paciente com suspeita de ebola, no centro médio Beth Israel Deaconess, em Boston, nos Estados Unidos. Foto: ReutersMédico, vestindo roupas de proteção, fica ao lado de um paciente isolado no sexto andar do hospital Carlos III de Madrid, Espanha, sábado. Foto: AP Photo/Daniel Ochoa de OlzaProfissionais de saúde devidamente equipados perto da janela no hospital Carlos III, em Madrid, onde a enfermeira infectada com o ebola está internada. Foto: Reuters/Paul Hanna/NewscomManifestantes dão apoio à Teresa Romero, enfermeira infectada com o ebola em Madrid, na Espanha. O quadro de Teresa é estável, porém grave. Foto: REUTERS/Jon Nazca Javier Limon Romero, marido de Teresa, enfermeira infectada com o ebola na Espanha, aparece na janela do seu quarto de isolamento, no Hospital Carlos III em Madrid. Foto: Reuters/Paul Hanna/NewscomTaxistas aplaudem em gesto de apoio à enfermeira Teresa Romero, infectada com ebola em Madrid, Espanha. Foto: Reuters/Andrea Comas/NewscomFuncionários do hospital em que a enfermeira espanhola está internada protestam em favor dela. Quadro de Teresa Romero é estável, mas grave. Foto: APPoliciais monitoram protesto de funcionários do hospital em que Teresa Romero, enfermeira infectado com ebola está internada. Foto: APExcalibur, cachorro de Teresa Romero (foto), foi sacrificado por autoridades espanholas. Foto: APThomas Frieden, um dos maiores especialista em ebola , epidemia é uma das maiores crises de sua carreira. Foto: Getty ImagesA ministra da Saúde da Espanha, Ana Mato, fala aos jornalistas após sessão parlamentar em Madrid, Espanha. Foto: ReutersProfissionais de saúde protestam na Espanham. Eles reclamam da falta de preparo e pouco treinamento para o combate ao ebola. Foto: APNa Nigéria, professoras medem temperatura de alunos . Foto: APNo Marrocos, passageiros que chegam ao País têm a temperatura medida para identificar possíveis casos da doença. Foto: APPromise Cooper, 16 anos, Emmanuel Junior Cooper, 11 anos, e Benson Cooper, de 15, perderam os pais na Libéria. Foto: APMamie Mangoe, amiga da família de Duncan, chora durante missa em homenagem  à vítima. Foto: APPrimeiro paciente diagnosticado com ebola nos EUA, Tomas Eric Duncan,  morre após dias internado em hospital. Várias pessoas foram isoladas. Foto: APNa Libéria, Mamadee,  de 11 anos, comemora cura do ebola dançando. Foto: Reprodução/BBCKumba Fayah, 11anos, sobreviveu ao ebola. Foi a única da família a vencer o vírus. Foto: APAgente de saúde desinfeta pacientes em centro de atendimento na Libéria. Foto: APMulher é liberada de centro de atendimento após banho de desinfetante. Foto: APAgentes desinfetam escola na Libéria. Foto: APMercy Kennedy, de 9 anos, chora após mãe ter sido levada para centro de atendimento. Foto: APNowa Paye, de 9 anos, é levada para centro de atendimento por apresentar sintomas da doença. Foto: APAgentes encaminham Yarkpawoto Paye, de 84 anos, para centro de atendimento. Foto: APEnfermeira se prepara para atender pacientes. Foto: APNa fronteira entre Mali e Guiné, agente mede temperatura de imigrante. Foto: ReutersBritânico William Pooley é um dos sobreviventes da maior epidemia de ebola da história. Foto: ReutersMédico oferece água a paciente com o vírus do ebola. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFMural com instruções sobre sinais da doença, dentro de tenda que abriga pacientes com ebola. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFPaciente chega de maca à uma das unidades dos Médicos Sem Fronteiras. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFProfissionais de saúde precisam ter o corpo completamente isolado por vestimentas especiais para não contrair o vírus. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFPacientes com ebola sendo tratados em Serra Leoa. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFResidentes de Monrovia (Libéria) se aglomeram perto do centro de tratamento do ebola. Ruas foram fechadas afetando o retorno para casa dos moradores, por causa da quarena. Foto: APPoliciais usam máscara em frente a um prédio comercial em Berlim que foi isolado depois que uma funcionária com suspeita de ebola foi levada ao hospital. Foto: ReutersPassageiros são rastreados em um aeroporto em Myanmar. Países asiátidos estão usando câmeras termais e médicos para identificar possíveis infectados. Foto: ReutersTaxistas aguardam passageiros do lado oposto do hospital em que o endocrinologista Patrick Sawyer morreu de consequência do ebola no isolamento, em Lagos (Nigéria). Foto: APPoliciais patrulham multidão para evitar que a área de quarentena do ebola imposta pelo governo seja ultrapassada. Foto: ReutersMais de mil pessoas já morreram no atual surto de ebola (6/08). Foto: APCorpo de homem morto por ebola é abandonado na rua, na Libéria (6/08). Foto: APCarnes de animais contaminados trazem riscos à população no oeste da África (5/08). Foto: ReutersLavar as mãos reduz as chances de contrair a doença (5/08). Foto: EPASurto de Ebola é o maior da história e já matou mais de 900 pessoas (5/08). Foto: ReutersEsse modelo molecular mostra partes do vírus do Ebola que os cientistas estudam na tentativa de produzir medicamentos que reduzem a propagação da doença. Foto: Science Photo LibraryImprensa e curiosos observam ambulância com enfermeira infectada que se trata com droga experimental (5/08). Foto: ReutersLiberiano de 40 anos morreu pouco após desembarcar em Lagos (26/07). Foto: APEquipe do Médico sem Fronteiras próxima ao corpo de uma vítima. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFO Médico Sem Fronteiras tem cerca de 300 funcionários nacionais e internacionais trabalhando nos países onde o vírus se espalhou. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFO ebola é uma doença viral, cujos sintomas inciais podem incluir febre repentina, forte fraqueza, dores musculares e de garganta. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFO vírus é altamente contagioso e não tem vacina ou cura, por isso equipes médicas usam roupas especiais para evitar contaminação. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFOs testes de laboratório irão determinar em questão de horas se as amostras contém ou não o vírus do ebola. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFApós exposição ao vírus na área isolada, roupas e botas das equipes de atendimento são desinfetadas com cloro. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFColchões são distribuídos a famílias cujas casas foram desinfetadas após a morte de um membro. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFSia Bintou passou mais de 10 dias em tratamento, com poucas esperanças de deixar o local viva, mas sobreviveu.. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFNem todos se salvam. Na foto, família de Finda Marie Kamano e outros membros da comunidade em seu funeral. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSFA sepultura de Finda Marie é marcada com um broto de árvore. Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF

Um total de 4,5 milhões de euros (R$ 14 milhões) destina-se a custear a prevenção de violência e a reduzir tensões que possam surgir em zonas fronteiriças dos países afetados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no dia 28 de novembro, havia 2.155 casos de ebola na Guiné-Conacri, com 1.312 mortos, 7.635 casos na Libéria, com 3.145 mortos, e 7.109 em Serra Leoa, com 1.530 mortos.

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