As 10 fobias mais estranhas do mundo

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O medo acompanha o ser humano desde que o mundo é mundo. Em excesso, no entanto, pode ser caracterizado de fobia. Além das mais comuns, que são de altura, de sangue, de lugares fechados, de insetos ou do escuro, por exemplo, existem fobias pouco comuns, como… ter medo de trabalhar.

Sim, a ergofobia é um medo excessivo do trabalho. As pessoas que sofrem desse mal tendem a ser chamadas de preguiçosas, mas, no fundo, é um medo irracional que a envolve e clama por tratamento.

Ritifobia: medo de ter rugas. Foto: Thinkstock/Getty ImagesEisoptrofobia: medo de espelhos. Foto: Thinkstock/Getty ImagesAlodoxafobia: medo de ouvir opiniões. Foto: Thinkstock/Getty ImagesGeumafobia: medo de sabores . Foto: Thinkstock/Getty ImagesBromidrofobia: medo de odores do corpo. Foto: Thinkstock/Getty ImagesFalacrofobia: medo de ficar careca. Foto: Thinkstock/Getty ImagesCronofobia: medo da passagem de tempo. Foto: Thinkstock/Getty ImagesCoulrofobia: medo de palhaços. Foto: Thinkstock/Getty ImagesCaliginefobia: medo de mulheres bonitas. Foto: Getty ImagesErgofobia: medo do trabalho. Foto: Getty Images

Há também quem tenha medo de ficar careca. É a falacrofobia. Outros têm coulrofobia, mais conhecido por medo de palhaços. E o medo excessivo de ter rugas também tem nome: ritifobia.

Parece brincadeira, mas as fobias não são frescuras. O medo é irracional – de algo que não oferece real perigo – e incapacitante. Se a pessoa quiser se livrar dele, provavelmente precisará de psicoterapia.

A terapia cognitivo comportamental é uma técnica psicoterápica muito usada no tratamento desses medos. O psicólogo consegue expor a pessoa ao objeto fóbico e fazer com que ela se ‘acostume’ ao objeto. A exposição, claro, é gradativa para que o fóbico não passe mal.

A hipnose é também uma técnica usada – com bastante eficácia – para o tratamento das fobias. O método consegue fazer a pessoa vivenciar as situações que causam medo de uma forma imaginária, mas com as mesmas sensações reais. Sob as sugestões do hipnólogo, ela aprende a lidar com o medo e controlar o estresse que ele causa. O problema é que nem todos são suscetíveis à hipnose. Estima-se que de 10% a 15% da população conseguem ser hipnotizadas.

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