Veja se você corre o risco ter um infarto no inverno

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Processos infecciosos e inflamatórios, mais comuns no inverno, também podem favorecer um infarto

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Dados mostram que há um aumento de 30% de casos de infarto no inverno. O frio é um perigo para quem já tem alguma predisposição para o problema. A mudança brusca de temperatura, como sair de um ambiente quente para o frio, é um dos causadores de infartos. Logo, manter-se aquecido é uma proteção. Mas não é a única causa.

“Há alguns fatores diretos e indiretos que contribuem para o infarto no inverno. Acredita-se que o que mais contribui é que no inverno muitas pessoas param de fazer atividade física e comem mais comidas ‘nada light’, e isso faz com que a pressão arterial sofra interferência”, explica Jardim.

Segundo o médico, o próprio frio faz com que a pressão aumente, pela vasoconstrição dos vasos. “Muitas vezes, isso faz com que haja um desequilíbrio entre a oferta do oxigênio e demanda, no caso das coronárias, por exemplo”.

Veja 10 sintomas do infarto:

Dor no peito: sIntoma clássico, a dor também pode irradiar-se para o lado esquerdo do corpo e ombro, além das mandíbulas. É uma dor de pressão no peito. Foto: Thinkstock/Getty ImagesNáuseas ou vômitos: o infarto libera os sinais aminérgicos, que colocam a pessoa em alerta e causa dor no estômago. Foto: Thinkstock/Getty ImagesPalpitações: esse sintoma às vezes acompanha um infarto, por conta das arritmias provocadas por ele. Foto: Getty ImagesFalta de ar: o mau funcionamento do coração afeta os pulmões, que leva à falta de ar. Foto: Getty ImagesSudorese: esse sinal é causado pelos sinais aminérgicos, de alerta, quando uma pessoa está infartando. A sudorese sempre vem acompanhada de outros sintomas. Foto: Getty ImagesFraqueza excessiva e repentina: nem todas as pessoas que infartam tem esse sintoma, mas uma pequena porcentagem apresenta esse sinal. Foto: Getty ImagesTontura: Calvilho explica que somente algumas pessoas relatam que sentem tonturas, sempre acompanhadas por outros sinais. Foto: Getty ImagesDesmaio: pessoas podem ter uma síncope, decorrente de uma arritmia ou parada cardíaca. Foto: Getty ImagesTosse seca: com os pulmões afetados por conta do infarto, a pessoa pode ter tosses. A tosse sempre é acompanhada de outros sintomas. Foto: Thinkstock/Getty ImagesAnsiedade: um recente estudo canadense mostrou que, nas mulheres, o infarto também pode ser confundido com ansiedade e agitação . Foto: Getty Images

Entram nesse grupo de risco para infartar hipertensos, diabéticos, fumantes, sedentários, obesos, os que têm colesterol alto e histórico genético, como aqueles que têm familiares que já tiveram infarto, como explica o cardiologista do Hospital do Coração (HCor), César Jardim.

Check-up

Processos infecciosos e inflamatórios, mais comuns no inverno, também podem favorecer um infarto. “Há uma teoria de que esses processos tenham relações com as placas ateroscleróticas, fazendo-as se desestabilizar, obstruindo os vasos”, diz Jardim. Aí, acontece o infarto.

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O cardiologista e clínico-geral diretor do Vita Check-up Center, Antonio Carlos Till, detalha que as pessoas idosas ou que já tenham problemas cardíacos ou predisposição devem ficar ainda mais atentas em dias frios.

“Incorporar a educação alimentar à rotina e praticar exercícios físicos com recomendação médica são atitudes prudentes e ideais para maximizar a saúde. No inverno, as pessoas optam por alimentos mais pesados, ricos em gordura e sal, e ficam mais sedentárias. Essa combinação pode acarretar um menor controle dos fatores de risco para doenças cardíacas”, explica Till.

Para evitar que um problema grave desses aconteça, é ideal visitar um cardiologista e fazer um check-up.

“O check-up periódico aponta o que estamos fazendo de errado com o nosso organismo e nos orienta sempre para a promoção de saúde e do bem-estar. Ele identifica hábitos de vida prejudiciais e indicadores de risco de doenças. É possível transformar o momento dessa avaliação de saúde em um momento de reflexão e de mudança de costumes. Ele funciona como uma efetiva ferramenta de prevenção”, salienta o médico.

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