Técnica de estimulação cerebral pode aumentar a capacidade de aprendizado

Veja a matéria completa sobre Técnica de estimulação cerebral pode aumentar a capacidade de aprendizado e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.

Pesquisadores descobriram uma nova técnica para melhorar a performance do cérebro que pode aumentar a performance física em indivíduos saudáveis, como atletas e músicos. A técnica pode, inclusive, aprimorar tratamentos para condições neurológicas e psicológicas como AVC, depressão e dor crônica.

A ideia de estimular diferentes partes do cérebro usando eletricidade pode soar um pouco futurística, mas esses tipos de tratamentos têm uma longa história. Muitos médicos e cientistas do passado não entendiam exatamente como a terapia com eletricidade era efetiva, mas eles reconheciam que ela podia ser usada para tratar um bom número de doenças, como dores nas juntas, dores de cabeça e epilepsia.

“Neste tratamento, que nós chamamos de estimulação transcraniana pulsada (tPCS), há uma forma não-constante de estimulação, com períodos em que a corrente está ‘ligada’, ‘desligada’  (ou pulsando) – entre dois eletrodos”, disse Shapour Jaberzadeh, do Departamento de Fisioterapia da Universidade Monash, na Austrália. Esse tipo de tratamento, em relação aos mais antigos, consegue aumentar a capacidade de funcionamento do cérebro, creem os pesquisadores.

No início da pesquisa, em 2003, Jaberzadeh e outros cientistas descobriram que a pulsação elétrica enviada ao cérebro produzia uma grande mudança e excitabilidade.

“Descobrimos que esse tratamento produziu grandes mudanças no cérebro e que o intervalo entre o ‘pulso’ teve efeito. Quanto mais curto o intervalo entre os pulsos, maior a excitabilidade do cérebro”.

No entanto, nessa nova pesquisa, publicada esta semana no periódico científico PLOS One, os cientistas começaram a testar outros tipos de intervalos entre as estimulações. Com isso, descobriram que as mudanças no cérebro são ainda maiores quando se usa pulsações longas.

“Quando nós aprendemos uma habilidade durante um treino de movimento – como tocar piano, por exemplo – gradualmente nossa performance vai melhorando. Essa melhoria coincide com o aprimoramento da excitabilidade do cérebro. Comparado com as técnicas de estimulação cerebral mais antigas, nossa nova técnica pode desempenhar um papel importante no cérebro, podendo ajudar pessoas a aprender outras tarefas mais rápido”.

O pesquisador que conduziu o estudo disse que o próximo passo é investigar os mecanismos ocultos da eficácia da nova técnica. Segundo ele, isso vai permitir que novos protocolos sejam feitos para as mais diversas doenças.

++ Veja a seguir uma lista de alimentos que podem ajudar a turbinar a inteligência:

Carne: os alimentos de origem animal são as principais fontes de ferro. Opte por cortes mais saudáveis, como a alcatra, que é menos calórica. Foto: Getty ImagesCoentro: dizem que é o segredo de todas as cozinheiras. Para os nutricionistas, o coentro diminui a quantidade de açúcar no sangue e oferece ferro ao corpo. Foto: Getty ImagesCastanha de caju: é calórica, mas consumida com moderação ajuda no funcionamento do intestino, da memória e na sensação de saciedade. Foto: Getty ImagesHortelã: além de agregar sabor e aroma nos pratos, a hortelã alivia o cansaço e ajuda a manter o corpo alerta. Foto: Getty ImagesFeijão: uma das principais fontes de ferro no cardápio do brasileiro, amplia a sensação de saciedade e turbina as funções cerebrais. Foto: Thinkstock/Getty ImagesTofu: com poucas calorias, ele não compromete a dieta e pode ser utilizado em lanches e saladas. Foto: Getty ImagesPinhão: não precisa comer só na festa junina. Ele ajuda na concentração, nas defesas do organismo, e cada unidade tem só 12 calorias. Foto: Rita GrimmNozes: rica em antioxidantes, ajuda a manter o cérebro jovem e também faz bem ao coração. Foto: Getty ImagesEspinafre: rico em ferro, o alimento reforça os músculos e o cérebro. A hortaliça melhora o desempenho de todas as células do corpo. Foto: Getty ImagesSoja: queridinha dos nutricionistas, rica em ferro e zinco, ela ainda melhora o humor e alivia os calores da menopausa. Foto: Thinkstock PhotosErvilha: também rica em zinco, ela pode compor saladas e pratos quentes, além de colorir a refeição e facilitar o consumo pelas crianças. Foto: Getty ImagesGrão-de-bico: a leguminosa é rica em zinco, ajuda a limpar o organismo e amplia a sensação de saciedade. Foto: Getty ImagesOvo: um dos alimentos mais ricos em zinco. Ele é versátil e fácil de ser preparado. Só cuidado para não adicionar sal em excesso no preparo. Foto: Getty ImagesAveia: outro cereal indicado para a memória que ainda ajuda no bom funcionamento do organismo. Foto: Getty ImagesGranola: o cereal é outra fonte de selênio. Cautela apenas com os industrializados, ricos em açúcar e sódio, que dificultam a absorção nutricional. Foto: ReproduçãoCastanha-do-pará: é o alimento brasileiro mais rico em selênio. Uma única castanha já fornece a dose ideal do nutriente para um dia. Foto: Getty Images

Leia mais notícias de saúde

O artigo Técnica de estimulação cerebral pode aumentar a capacidade de aprendizado foi originalmente publicado em http://ig.saude.feedsportal.com/c/33518/f/637141/s/48576acd/sc/19/l/0Lsaude0Big0N0Bbr0Cminhasaude0C20A150E0A70E220Ctecnica0Ede0Eestimulacao0Ecerebral0Epode0Eaumentar0Ea0Ecapacidade0Ede0Eaprendizado0Bhtml/story01.htm

Deixe uma resposta