Rara condição deixa menina de um ano com aparência de "bebê Hulk"

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Médicos descobriram algo de errado com a menina durante um ultrassom da mãe, Joni Gatlin, com 15 semanas de gestação

GoFundMe/ Divulgação

Uma rara condição deixou uma menina de apenas um ano com a aparência de um fisiculturista. A síndrome faz com que os fluidos linfáticos inchem sob seus braços e peito. De acordo com sua família, apenas 200 pessoas em todo o mundo tem o mesmo problema de Madison Gatlin, que mora na Flórida, nos Estados Unidos.

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Apesar dos problemas que os pais enfrentam para bancar o tratamento da família, só o fato dela estar viva já é um motivo para celebrar. Os médicos descobriram que havia algo de errado com a menina durante um ultrassom da mãe, Joni Gatlin, quando ela estava com 15 semanas de gestação. Segundo eles, a criança tem sorte de estar viva.

Após o nascimento, o inchaço continuou a aumentar, chegando a pesar cerca de 2kg atualmente. Aos 18 meses, Madison continua a surpreender os médicos e está até mesmo aprendendo a andar apesar do peso que precisa suportar nos membros superiores.

Bebê Hulk

Percebendo que a aparência da filha causava estranhamento em outras crianças, Joni decidiu explorar sua imaginação para explicar o problema. “O apelido surgiu quando dois irmãos me perguntaram o que havia de errado com Madison. Eu falei que o pai dela era o Hulk – super-herói da Marvel –, e eles acharam isso a coisa mais legal do mundo”, afirmou em entrevista à agência Caters News Agency.

Apelido faz com que crianças não tratem Madison de forma diferente por causa da condição

GoFundMe/ Divulgação

Segundo a mãe, depois que os meninos descobriram que Madison era a filha do Hulk, eles quiseram se tornar os melhores amigos dela. “Eu não quero que as pessoas sintam medo da minha filha. Não há nada de errado com ele, ela apenas tem uma mutação genética.”

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Jori acredita que é preciso ter senso de humor em uma hora como essa porque pensa que as crianças não entenderiam o que é a condição. “Deste jeito, eles não têm medo e não a tratam diferente.”

Ela explica que cada pessoa reage de uma forma diferente. Os mais cruéis acabam sendo as pessoas mais jovens, que, mesmo sabendo se tratar de um problema de saúde, acabam perguntando o que há de errado com a criança.

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Tratamento

Para evitar que o inchaço cresça ainda mais, os médicos vão, aos poucos, cauterizando a região. A menina também precisa usar roupas de compressão e ter o fluido drenado duas vezes ao dia, já que o próprio sistema linfático não consegue realizar essa função. Os médicos esperam que, deste modo, o inchaço reduza a um tamanho que eles possam operar Madison.

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