Pneumonia mata 1,6 milhões ao ano e ainda há dúvidas de como se prevenir

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Quando a pessoa com pneumonia é idosa, tem febre alta ou apresenta complicações, pode ser necessária a internação

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A pneumonia é uma doença que, apesar de já conhecida da população, ainda mata 1,6 milhão de pessoas ao ano em todo o mundo, segundo a OMS. A infecção é causada por uma bactéria chamada Streptococcus Pneumoniae, que se aloja nos pulmões, e há muita dúvida de como se prevenir do problema.

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Pesquisa realizada pelo Instituto Global Market Research, a pedido da Pfizer, indicou que metade dos pacientes acredita que a vacina contra a gripe protege também contra a pneumonia, mas a infecção tem um imunizante próprio.

Para evitar a doença, além de se vacinar é recomendado que a pessoa não fume ou bebe exageradamente, vacine-se também contra a gripe – imunização ocorre anualmente –, mantenha uma dieta saudável, pratique exercícios de vida, se usar ar-condicionado, tomar cuidado para deixa-lo nas condições adequadas e não se expor a mudanças bruscas de temperatura.

Sintomas

A infecção pode causar febre alta, tosse, calafrios, falta de ar, dor no tórax, catarro de cor amarelada ou esverdeada, alterações da pressão arterial, confusão mental e fraqueza. Caso haja suspeita de pneumonia, o melhor é procurar logo um médico, já que o diagnóstico precoce diminui a probabilidade de complicações.

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Crianças, idosos, gestantes, doentes crônicos e pessoas com o sistema imunológico baixo são os que mais correm risco. Com as campanhas de vacinação infantil nos últimos anos, ocorreu uma diminuição dos casos nessa faixa etária, mas, com o aumento da expectativa de vida e o crescimento da população com mais de 50 anos, os médicos notam, agora, uma elevação em relação a esse grupo. Se em 2009 eram 248.398 casos de internação motivados por pneumonia, ano passado o número passou para 626.321. 

O tratamento é feito à base de antibióticos, e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. Quando a pessoa é idosa, tem febre alta ou apresenta complicações, pode ser necessária a internação do paciente.

Consequências

Além dos problemas ao organismo, a infecção afastou do trabalho 66,2% dos entrevistados na pesquisa. A ausência durou, em média, 21 dias, mas o tratamento ainda se estendeu por mais sete. Em alguns casos, um familiar também precisou se afastar do trabalho para cuidar do paciente.

Além disso, 59,3% dos participantes alegaram perdas sociais como o afastamento da família e dos amigos, bem como a impossibilidade de comparecer a eventos únicos e importantes, como casamentos e formaturas.

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Ao todo, foram ouvidas 600 pessoas com 18 anos ou mais, que já tiveram a doença, de seis capitais do País: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre e Curitiba.

Campanha

Neste final de semana, das 8h às 16h, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia promove no Parque Villa-Lobos a campanha “Pneumonia pneumocócica tem vacina”. O objetivo é conscientizar a população sobre os perigos da doença.

O artigo Pneumonia mata 1,6 milhões ao ano e ainda há dúvidas de como se prevenir foi originalmente publicado em http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2016-10-21/como-prevenir-pneumonia.html

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