Peruca: pessoa tem que olhar e se identificar, diz Luiz Crispim a Maria João

Veja a matéria completa sobre Peruca: pessoa tem que
olhar e se identificar, diz Luiz Crispim a Maria João e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.

Profissional Luiz Crispim, da Lully Hair - Perucas e Apliques, explicou em entrevista a Maria João como é feita uma peruca

TV iG

Os cabelos não têm uma função fisiológica, não são essenciais para a manutenção da vida, mas cada fio de cabelo tem grande importância para a autoestima de milhares de pessoas. As perucas podem ser uma alternativa para aqueles que, por problemas de saúde, acabaram perdendo os fios. Mas o especialista Luiz Crispim afirma que esta palavra ainda choca muita gente.

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“As pessoas têm medo de ficar artificial, então a gente procura fazer um trabalho com conceito de visagismo – que valoriza a beleza do rosto –, que combine com a identidade da pessoa. A peruca é feita sob medida, para que a pessoa olhe no espelho e se identifique”, afirmou Luiz Crispim, da Lully Hair – Perucas e Apliques, em entrevista à apresentadora da TV iG, Maria João. Confira a reportagem completa:

Queda de cabelo

A alopecia, por exemplo, é uma doença que pode causar perda de cabelo em homens, mulheres e até mesmo crianças. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a causa ainda é desconhecida, mas já é sabido que a genética influencia em alguns casos. O problema também ocorre a partir de uma reação autoimune.

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O paciente pode perder apenas alguns pontos do cabelo, enquanto, nos casos mais raros, a perda é total. Como não há outros sintomas, a alopecia é imprevisível. A doença não mata os folículos capilares, apenas os mantém inativos, por isso, com o tratamento adequado é possível que o cabelo nasça novamente. O problema é que, até os cabelos crescerem novamente, a calvície pode gerar grandes danos psicológicos à pessoa.

Para Luiz Crispim, mais importante é encontrar um cabelo com que a pessoa se identifique

Divulgação

O mesmo impacto é sentido por algumas pessoas que precisam passar pela quimioterapia. Hoje, já existem tratamentos que não fazem o cabelo cair, mas não é uma realidade para todos. Apesar da peruca ainda assustar, encontrar uma com que a pessoa se identifique pode ser essencial para evitar traumas.

Perucas, próteses e alongamentos

Os cabelos usados na Lully Hair, que fica em São Paulo, são naturais. A confecção é feita artesanalmente, e todo trabalho é personalizado, seguindo as medidas da cabeça, tipo de cabelo, tamanho e levando em consideração, inclusive, o dia a dia da pessoa.

Luiz Crispim explica que há os apliques instantâneos, os fixos, as perucas, que são indicadas nos casos de perda de cabelo, e também os alongamentos. Só um especialista pode indicar qual a melhor opção para cada caso.

Trabalho social

Se antes era comum ver pessoas vendendo fios de cabelo para conseguir uma renda extra, hoje, muitas mulheres e até homens escolhem doar os fios a projetos que fornecem gratuitamente perucas a pacientes de câncer. O problema é que muitas vezes não há quem produza essas perucas.

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Foi pensando nisso que o profissional Luiz Crispim decidiu, ao lado de sua equipe, confeccionar perucas para estes projetos espalhados pelo Brasil. Já foram doadas mais de 700 em todo o País. Para mais informações sobre o trabalho da Lully Hair, basta ligar nos telefones (11) 3101-8598, (11) 3106-3453 e (11) 3052-0703 – unidade Avenida Brigadeiro Luis Antônio – ou (11) 3052-0703 e (11) 99682-1676 – Rua Pamplona. Também é possível enviar um e-mail para contato@lullyhair.com.br ou acessar o site oficial da empresa.

O artigo Peruca: pessoa tem que
olhar e se identificar, diz Luiz Crispim a Maria João foi originalmente publicado em http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2016-12-30/perucas.html

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