Número de casos suspeitos de febre amarela passa de 150 em MG

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febre amarela passa de 150 em MG e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.


Especialistas temem que vírus da febre amarela chegue às cidades, onde poderia ser espalhado pelo Aedes aegypti

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A Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais informou nesta segunda-feira (16) que o número de casos suspeitos de febre amarela no Estado passou de 48 para 152, sendo que 37 são casos prováveis. Foram notificados também 47 óbitos suspeitos,  33 a mais que no último balanço, divulgado no dia 11.

No caso das mortes, 22 são considerados óbitos prováveis de febre amarela
. De acordo com a secretaria, foram oito vítimas no município de Ladainha, quatro em Piedade de Caratinga, duas em Ipanema e outras duas em Malacacheta. As outras mortes foram registradas em Imbé de Minas, Ubaporanga, São Sebastião do Maranhão, Itambacuri, Poté e Setubinha.


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O governo de Minas Gerais decretou estado de emergência em saúde pública
 nas áreas de abrangência das unidades regionais de Coronel Fabriciano, Governador Valadares, Manhumirim e Teófilo Otoni na última sexta-feira (13). Ao todo, são 152 municípios afetados pelo vírus.

Autoridades passaram a se preocupar mais com a doença após o número de casos aumentarem entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017. Seguindo o padrão temporal da doença, os casos devem continuar sendo registrados com mais frequência até maio. O maior risco é de a infecção acabar voltando para a área urbana, o que não ocorre desde 1942, e entrar em contato com o mosquito Aedes aegypti
, que também pode transmitir o vírus além da zika, dengue e chikungunya.

Imunizante

A vacina pode ser aplicada a partir dos nove meses de idade, em residentes e viajantes a áreas endêmicas ou, a partir de seis meses, em situações de surto. Pelo Calendário Nacional, são administradas duas doses do imunizante.

Pacientes com imunodeficiência devem passar por avaliação médica de risco-benefício antes de tomar o imunizante. Pessoas com histórico de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina contra febre amarela – ovo de galinha e seus derivados, gelatina e outros produtos que contêm proteína animal bovina –, assim como pacientes com histórico de doenças do timo também devem buscar orientação.


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As pessoas que planejam turismo rural, pescaria, visitação de reservas naturais, parques ecológicos, cachoeiras, rios, florestas, parques urbanos, bem como aqueles que praticam atividades laborais relacionadas ao extrativismo, à fauna e à flora em ambientes rurais e silvestres, também devem se prevenir da picada do mosquito que transmite a febre amarela usando roupas que protejam todo o corpo e repelentes e evitando ou reduzindo a exposição no horário de maior risco: entre 9h e 16h.

O artigo Número de casos suspeitos de
febre amarela passa de 150 em MG foi originalmente publicado em http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2017-01-16/febre-amarela-minas-gerais.html

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