Número de casos suspeitos de febre amarela sobe para 48 em Minas Gerais

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em Minas Gerais e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.


Febre amarela pode ser transmitida por espécies silvestres do mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue e da zika

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A Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais informou na última quarta-feira (11), que o número de casos suspeitos de febre amarela no Estado passou de 23 para 48. Foram notificados também 14 óbitos suspeitos, sendo que oito são consideradas mortes prováveis pela doença.


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De acordo com o Ministério da Saúde, os municípios com ocorrência de casos suspeitos de febre amarela
– Ladainha, Malacacheta, Frei Gaspar, Caratinga, Piedade de Caratinga, Imbé de Minas, Entre Folhas, Ubaporanga, Ipanema, Inhapim, São Domingos das Dores, São Sebastião do Maranhão, Itambacuri, Poté e Setubinha – já fazem parte da área de recomendação para vacinação.

A pasta informou que todos os Estados estão sendo abastecidos com a vacina
. A imunização imediata nos municípios de Minas Gerais deve ser feita, preferencialmente, a pessoas que vivem em áreas rurais ou que nunca receberam as doses da vacina.

Autoridades passaram a se preocupar mais com a doença após o número de casos aumentarem entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017. Seguindo o padrão temporal do vírus, os casos devem continuar sendo registrados com mais frequência até maio. O maior risco é de a infecção acabar voltando para a área urbana, o que não ocorre desde 1942, e entrar em contato com o mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir o vírus além da zika, dengue e chikungunya.

Imunizante

A vacina pode ser aplicada a partir dos nove meses de idade, em residentes e viajantes a áreas endêmicas ou, a partir de seis meses, em situações de surto. Pelo Calendário Nacional, são administradas duas doses do imunizante.

Pacientes com imunodeficiência devem passar por avaliação médica de risco-benefício antes de tomar o imunizante. Pessoas com histórico de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina contra febre amarela – ovo de galinha e seus derivados, gelatina e outros produtos que contêm proteína animal bovina –, assim como pacientes com histórico de doenças do timo também devem buscar orientação.


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As pessoas que planejam turismo rural, pescaria, visitação de reservas naturais, parques ecológicos, cachoeiras, rios, florestas, parques urbanos, bem como aqueles que praticam atividades laborais relacionadas ao extrativismo, à fauna e à flora em ambientes rurais e silvestres, também devem se prevenir da picada do mosquito que transmite a febre amarela usando roupas que protejam todo o corpo e repelentes e evitando ou reduzindo a exposição no horário de maior risco: entre 9h e 16h.

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