Na ONU, países se comprometem a agir sobre a resistência a antibióticos

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Líderes mundiais estão reunidos na Assembleia Geral da ONU, que teve início nesta terça-feira (21) em Nova York

Beto Barata/PR – 20.9.16

Durante a Assembleia Geral da ONU, que teve início nesta terça-feira (21) em Nova York, Estados Unidos, líderes mundiais se comprometeram a enfrentar o problema da resistência de bactérias, vírus, parasitas e fungos contra os antibióticos que, antes, eram capazes de tratá-los.

Esta é a quarta vez que um problema de saúde é colocada em pauta pela Assembleia Geral da ONU. Das outras vezes, os líderes discutiram sobre o HIV, doenças não transmissíveis e ebola.

“A resistência antibacteriana ameaça os objetivos de desenvolvimento sustentável e requer uma resposta global. Estados-membros concordaram, hoje, com uma política que fornece uma boa base para a comunidade internacional seguir em frente. Nenhum país, setor ou organização resolver esse problema sozinho”, afirmou o presidente da Assembleia, Peter Thomson.

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Os países deverão criar planos de combate à resistência de medicamentos com base no “Plano de Ação Global sobre Resistência Antimicrobiana”, publicado pela ONU em 2015 junto com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e a Organização Mundial de Saúde Animal.

Atualmente os produtos criados para combater bactérias, vírus, parasitas e fungos estão sendo usados de forma indevida em humanos, animais e plantas. Os líderes se comprometeram a reforçar a regularização de antibióticos, melhorar o conhecimento e promover melhores práticas, assim como investir em novas tecnologias para diagnóstico e vacinas.

Doenças sem tratamento

De acordo com a OMS, infecções comuns como pneumonia, gonorreia e as pós-operatórias, assim como o HIV, tuberculose e malária estão se tornando cada vez mais intratáveis por conta da resistência. “É uma ameaça à saúde humana, ao desenvolvimento e à segurança. Estamos ficando sem tempo”, disse a Dra. Margaret Chan, diretora-geral da Organização Mundial da Saúde.

No começo de setembro, a OMS emitiu novas diretrizes terapêuticas para o tratamento da sífilis, gonorreia e clamídia, três infecções sexualmente transmissíveis que também estão se tornando resistentes a antibióticos. No texto, a organização, assim como foi dito na Assembleia Geral da ONU, reitera a importância de tratar as infecções com medicamentos adequados, em doses corretas e no momento oportuno.

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