Mulheres curadas do câncer de mama tendem a viver mais que aquelas sem a doença

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Risco aumentado de morrer de câncer de mama é compensado por um menor risco de morrer por outras causas

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Cientistas da Holanda decidiram analisar as taxas de mortalidade de mulheres que foram tratadas após um diagnóstico de câncer de mama. De acordo com o levantamento, aquelas que descobrem a doença cedo e são curadas tendem a viver mais que pessoas que nunca desenvolvem um tumor.


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O resultado, apresentado no Congresso Europeu de Câncer este ano, pode até impressionar muita gente, mas faz sentido. Os especialistas acreditam que essas mulheres vivem mais porque, após receber o diagnóstico de câncer
, procuram cuidar mais de si mesmas. Mulheres com carcinoma ductal in situ, um tumor mamário pré-invasivo, temeriam uma evolução da doença.

Os cientistas analisaram registros médicos de dez mil mulheres datados de 1989 a 2004 durante um período de dez anos. Mulheres com mais de 50 anos que passaram pelo tratamento oncológico apresentaram menores chances de morrer se comparadas com os dados da população em geral – mesmo tendo maiores riscos de desenvolver um novo tumor.


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“O risco aumentado de morrer de câncer de mama é completamente compensado por um menor risco de morrer por outras causas em comparação com as mulheres na população em geral”, afirmou o professor Philip Poortmans, presidente do Congresso Europeu de Câncer, em entrevista ao site Daily Mail. “Isso pode ser explicado pelo estado geralmente melhor de saúde e socioeconômico das mulheres que participam regularmente no rastreio do cancro da mama.”

Dr. Lotte Elshof, autor do estudo, explicou que o diagnóstico pode ser extremamente angustiante, e muitas mulheres ainda se sentem confusas sobre o tratamento
. “Pode ser surpreendente que este grupo, na verdade, tem uma taxa de mortalidade menor que a população em geral.”

Câncer de mama

O problema na mama pode ser dividido em casos precoces, quando só a mama possui o tumor, quadros localmente avançados, com a axila também afetada, e os avançados ou metastáticos, quando se espalha para outros órgãos.

Saber qual o tipo e subtipo do câncer é importante para que o médico crie o melhor plano de tratamento para cada caso. É isso que vai definir quais técnicas e drogas serão usadas.

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