Melhores tratamentos para cuidar da pele do rosto no inverno – em Cuidados com o rosto

O frio é ideal para cuidar da pele e aproveitar o que os tratamentos modernos têm a oferecer. Novas aplicações, novos métodos e também os clássicos que sempre funcionam (por que não?) podem reverter quadros de envelhecimento precoce, manchas, flacidez e cicatrizes de acne

Por Isabela Leal | Foto Shutterstock | Adaptação Web Ana Paula Ferreira

O cardápio de tratamentos dermatológicos já é diversificado – tem para todos os gostos e necessidades –, e para aumentar ainda mais as opções, não param de surgir novidades. Uma nova ponteira, uma nova região do rosto que pode ter benefícios com um determinado procedimento que antes não era possível, a combinação de duas técnicas nunca antes usadas juntas que se mostraram complementares, e por aí vai. A cada temporada algumas descobertas valiosas ajudam a turbinar os tratamentos para rejuvenescer, amenizar manchas e rugas e reduzir cicatrizes de acne etc. Mas junto com as boas novas, existe um universo paralelo que também pode ser útil em casos específicos: os tratamentos tradicionais, que de tão eficazes já se tornaram clássicos, como alguns lasers, luz pulsada e os ácidos.  

Seja de um jeito ou de outro, a hora é essa. O inverno é o melhor período para investir nesses tratamentos. “Não tomar sol é fundamental, para evitar irritação da pele e pigmentação. Nessa estação há menos exposição solar, as temperaturas são mais baixas, sendo mais confortável para a paciente. E há menos riscos de hiperpigmentação pós-inflamatória”, explica Otávio Macedo, dermatologista, de São Paulo (SP). A seguir você confere algumas novidades fresquinhas que acabaram de chegar aos consultórios e, de quebra, conhece melhor alguns clássicos da dermatologia.

Microagulhamento 

O procedimento que caiu no gosto de famosas como Luciana Gimenez e Gisele Bündchen chegou pra ficar. “Ele consiste em produzir microlesões na pele, que, para se defender, faz o próprio organismo produzir colágeno e, em alguns casos, ácido hialurônico, com um resultado natural e sem restrição de idade ou tipo de pele”, explica Otávio Macedo. O microagulhamento pode ser feito com um roller manual que contém diversas agulhas mínimas de tamanhos diferentes ou com um aparelho que tem uma ponteira também com microagulhas, que é associado a dois tipos de energia, radiofrequência e corrente galvânica, sem causar dor ou sangramento. “As energias vão estimular mais efetivamente a formação de colágeno e ácido hialurônico se compararmos com o microagulhamento simples. Isso é o que torna esse tratamento mais sofisticado e eficaz”, conclui Otávio Macedo. Essa versão feita com tecnologia também é chamada de radiofrequência microagulhada. Nos dois casos, o grau de desconforto é pequeno, com pouca ou nenhuma dor (antes é aplicada uma pomada anestésica), e com um período de recuperação rápido, de no máximo três dias, em que a pele fica levemente marcada, mas sem descamação. 

Para quem é indicado: para pessoas com cicatrizes de acne, rugas leves e avançadas, flacidez e manchas. 

Preenchimento com ácido hialurônico

De acordo com Otávio Macedo, esse é um dos procedimentos mais prescritos na dermatologia.  A novidade do momento é a aplicação do produto em pontos novos. Agora o ácido hialurônico pode ser aplicado também na região da mandíbula, para melhor contorno do rosto, e ainda na área do ossinho da bochecha e abaixo do lábio inferior. “É um tratamento clássico, que vem sendo cada vez mais aperfeiçoado no sentido de remodelamento facial. Essas novas regiões tratadas são pontos estratégicos que permitem restaurar o volume que foi perdido ao longo do tempo, recriando uma arquitetura facial mais jovem de forma natural, com resultados espetaculares”, explica o médico. A aplicação do ativo, além de preencher fisicamente, estimula a produção de colágeno. É feita por meio de agulhas ou microcânulas com anestesia tópica, sem necessidade de recuperação ou repouso.  


Para quem é indicado: para quem têm algum nível de flacidez e para aquelas pessoas que perderam volume de gordura e sofreram reabsorção óssea das maçãs (perda de tecido), resultando num rosto envelhecido e abatido.

O bom e velho laser

A técnica une clássicos (usados há muito tempo com sucesso como o CO2 e Fraxel indicados para rejuvenescimento de rugas, cicatrizes de acne e flacidez) com novidades de ponta, como o laser Fotona 4D. Indicado para rejuvenescimento facial, a novidade da versão 4D (que trabalha pele, subcutâneo, musculatura e intraoral) é a ponteira para rejuvenescimento aplicada dentro da mucosa oral para estimular o colágeno de dentro pra fora, amenizando as rugas do “código de barras” e aumentando o volume dos lábios. Ele combina dois laseres, o ND YAG e o Erbium Yag, que trabalham em todas as camadas da pele, atuando na musculatura, onde promove efeito lifting. Feito com anestesia tópica, é quase indolor. A pele fica rosada após o procedimento, podendo ser camuflada com um filtro solar com cor, e logo a paciente pode retornar às suas atividades.

Para quem é indicado: o 4D não tem restrição de faixa etária ou tipo de pele. Para os demais, depende da frequência. No geral é melhor evitar em cútis morenas e negras.

Drug delivery

Ele, na verdade, é um tratamento complementar do laser fracionado ou do microagulhamento. “A ideia é aproveitar que a pele sofreu microlesões e aplicar imediatamente sobre ela substâncias nutritivas, clareadoras, hidratantes ou rejuvenescedoras para que assim possam penetrar até as camadas mais profundas da pele que dificilmente chegariam se não existissem esses ‘canais abertos’”, esclarece Flávia Martelli. O benefício é mais rápido e efetivo se comparado com o microagulhamento ou o laser isolados.

Para quem é indicado: pode ser feito em qualquer tipo de pele, em qualquer idade. Mas pode causar certa irritação, dependendo do ativo que for aplicado.

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O artigo Melhores tratamentos para cuidar da pele do rosto no inverno – em Cuidados com o rosto
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