Vídeo – Como Lavar o Cabelo

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Já temos um artigo parecido com esse aqui no PB, mas desta vez adicionei mais algumas informações e este tem um vídeo, o que deixa tudo muito mais pessoal.Doubleshot_Energy_Mocha_15oz No entanto, esse vídeo foi meio desastroso… Eu tinha tomado 2 latas de café (sim, latas!) da Starbucks, que na verdade é café gelado misturado com guaraná que me deixa extremamente alerta e agitada, isso fica bem óbvio no vídeo. (RISOS)

Para piorar a situação, a câmera acabou a bateria e eu tive que cortar o vídeo e esqueci de mencionar um fator importante em lavar o cabelo:

  • Você deve passar o shampoo assim como você passa o condicionador, sem esfregar ou fazer movimentos circulares, pois assim você causa muito atrito, que gera danos e frizz. E outra, não precisa passar shampoo nas pontas, só mesmo na raíz, o shampoo já chega nas pontas com a água e já limpa bem.

Também no início do vídeo falo que shampoo sem sulfato é horrível, sendo que quero dizer shampoo com sulfato, claro!

Aff uma comédia de erros, mas espero que vocês se divirtam ao me assistir em um estado levemente alterado, não é nada assim tão maluco, afinal só tomei café demais, não foi cocaína ou coisa do tipo. Imagina, eu já sou meio doidinha, falo rápido, falo demais, com muito café então, não dá pra segurar!

No mais, as informações são bem simples, porém essenciais. Cabelo deve ser lavado da forma correta, com shampoo sem sulfato, creme ultra hidratante e vinagre, isso mesmo, vinagre para fechar as cutículas e balancear o pH.

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Pela primeira vez, Coca-Cola fala sobre obesidade em comercial da bebida

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AP

A Coca-Cola se tornou uma das marcas mais poderosas do mundo, igualando seus refrigerantes à felicidade. Agora, pela primeira vez, decidiu falar sobre uma nuvem negra que cresce sobre a indústria de refrigerantes: a obesidade.

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Mais da metade dos adultos de 39 estados dos EUA será obesa em 2030

A empresa norte-americana começa a transmitir nesta segunda-feira (14) um anúncio de dois minutos durante os programas de maior audiência nas emissoras CNN, Fox News e MSNBC, na esperança de se tornar uma voz mais forte no debate sobre refrigerantes e seu impacto na saúde pública. O anúncio valoriza o fato de a empresa produzir bebidas com menos calorias ao longo dos anos e ressalta que o ganho de peso é o resultado de consumir muitas calorias de qualquer espécie – não apenas as do refrigerante.

Coca-Cola diz que a campanha vai deflagar uma variedade de ações que ajudam a discutir o problema da obesidade ao longo do próximo ano. Uma delas seria oferecer mais opções diet nas máquinas de refrigerante.

Para a empresa de bebidas número 1 do mundo, os anúncios refletem as pressões crescentes sobre o setor. Ainda este ano, a cidade de Nova York deve limitar o tamanho dos refrigerantes vendidos em restaurantes, cinemas, ginásios de esportes e outros locais públicos de lazer.

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Diana Garza Ciarlante, porta-voz da Coca-Cola Co., disse que os anúncios não são uma resposta a nenhum sentimento público negativo. Segundo ela, a empresa sentiu que precisava falar sobre “a grande discussão do momento”.

Estudos recentes vêm sugerindo que as bebidas açucaradas levam ao ganho de peso, independente de qualquer outro comportamento não saudável. Um estudo de décadas, envolvendo mais de 33.000 norte-americanos apontou que o consumo de bebidas açucaradas interage com os genes que afetam o peso, ampliando o risco de obesidade muito além daquele herdado de forma hereditária.

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Mike Jacobson, diretor executivo do Centro para a Ciência no Interesse Público, se diz cético sobre a intenção por trás de anúncios da Coca-Cola e afirma que se a empresa estivesse falando sério sobre ajudar na redução da epidemia de obesidade, iria parar de lutar contra o aumento dos impostos sobre os refrigerantes.

“Eles estão tentando desarmar o público”, disse ele.

No anúncio da Coca-Cola, um narrador observa que a obesidade é um problema que “diz respeito a todos”, mas que as pessoas podem fazer a diferença quando se unem e “fazem juntas”.

Outro comercial, a ser veiculado ainda nesta semana durante o “American Idol” e antes de um jogo do Super Bowl – campeonato nacional de futebol americano –, é mais uma reminiscência dos anúncios publicitários cativantes e otimistas que se espera da Coca-Cola. A peça apresenta uma montagem de atividades que se somam para queimar as 140 calorias “felizes” presentes em uma lata de Coca-Cola: caminhar com o cachorro, dançar, rir com os amigos e fazer a “dancinha da vitória” depois de um strike no boliche.

Garza Ciarlante disse que o anúncio de 30 segundos, uma versão da peça que foi veiculada no Brasil no mês passado, destina-se a esclarecer a confusão sobre o número de calorias presentes no refrigerante. Segundo ela, uma pesquisa da empresa registrou que as pessoas pensam que uma lata de coca normal contém 900 calorias.

A preocupação pública com a quantidade de calorias é um fator importante no negócio da Coca-Cola. Na América do Norte, todo o crescimento do negócio refrigerante ao longo dos últimos 15 anos veio de bebidas de baixa e sem calorias, como a Coca Zero. Refrigerantes diet agora respondem por quase um terço de suas vendas nos EUA e no Canadá. Outras bebidas, como os isotônicos e a água mineral, também estão alimentando esse crescimento.

Mesmo com a crescente popularidade dos refrigerantes diet, no entanto, o consumo geral de refrigerantes nos EUA diminuiu de forma constante desde 1998, de acordo com a publicação especializada Beverage Digest.

* Por Candice Choi

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Surto de gripe não é motivo para cancelamento de viagem para os EUA

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Agência Brasil

Diante do aumento de casos de gripe em alguns estados dos Estados Unidos, o governo brasileiro divulgou hoje (14) orientações para quem está no país ou planeja visitar.

Veja:
Surto de gripe assusta os EUA

De acordo com o Ministério da Saúde, os sorotipos virais que estão circulando, de maneira predominante, nos Estados Unidos e no Canadá são o influenza H3N2 e o influenza B. A vacina aplicada em países do Hemisfério Sul, incluindo o Brasil, no primeiro semestre de 2012, protege contra os dois tipos.

“Não há recomendação de cancelamento de viagens para esses países por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou do Ministério da Saúde”, destacou o comunicado da pasta.

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A orientação é que os viajantes para essas localidades ou para qualquer país na estação do inverno fiquem atentos aos cuidados de prevenção à influenza.

O alerta maior é para os grupos sujeitos aos casos mais graves da doença, como idosos, crianças menores de 2 anos, mulheres grávidas e pessoas com doenças que afetam a imunidade.


Os cuidados são:

• Evitar o contato com pessoas doentes;
• Lavar as mãos com água e sabão ou higienizá-las com álcool em gel várias vezes ao dia;
• Proteger a tosse e o espirro com lenço descartável;
• Quem estiver viajando e apresentar sintomas como febre acompanhada de tosse ou dor na garganta e dor de cabeça deve procurar imediatamente atendimento médico para que o profissional avalie a necessidade de prescrever antivirais específicos;
• Não há obrigatoriedade da vacinação antes de viajar. Quem buscar a dose, disponível em clínicas privadas, deve observar cuidadosamente o prazo de validade, pois a vacina contra a influenza é preparada apenas para uso durante o inverno naquele ano específico (no caso, 2012). A vacina leva pelo menos duas semanas para fazer efeito.

* Por Paula Laboissière

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