Campanha de vacinação contra a gripe começa amanhã em todo o País

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Pessoa recebendo vacina no braço

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na próxima quarta-feira (10) em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização, este ano, foi antecipada em cerca de 15 dias em relação aos anos anteriores, quando a campanha teve início na segunda quinzena de abril.

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Nesta primeira fase, serão priorizadas crianças com idade entre 1 ano e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A escolha, segundo o ministério, foi feita por causa da maior vulnerabilidade dos grupos à gripe.

A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da campanha poderá receber a dose, incluindo trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, de acordo com o ministério, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da gripe. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para vacinação.

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No Amazonas, a vacinação contra a gripe começou no fim de março, com antecipação de 21 dias em relação às demais unidades federativas. A decisão se deu em função da ocorrência de casos e óbitos por influenza desde fevereiro deste ano.

O artigo Campanha de vacinação contra a gripe começa amanhã em todo o País foi originalmente publicado em https://saude.ig.com.br/2019-04-08/campanha-vacinacao-contra-gripe.html

Em 3 meses, 15% daqueles que substituíram cubanos já desistiram do Mais Médicos

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Arquivo/Agência Brasil

Completados três meses do primeiro ano desde que os médicos cubanos deixaram de ter convênio com o Brasil no programa Mais Médicos
, ao todo, 1.052 profissionais dos 7.120 brasileiros, que entraram no programa para substituí-los, já desistiram e deixaram os cargos. Isso significa que cerca de 15% dos brasileiros que iriam substituir os médicos cubanos já saíram do programa.

O levantamento que aponta esses dados foi feito pelo jornal Folha de S.Paulo
e publicado na edição do jornal desta quinta-feira (4). Segundo a publicação, além desses mais de 7 mil médicos que ingressaram nas duas primeiras rodadas de seleção do Mais Médicos
, a previsão era que outros 1.397 médicos, todos brasileiros formados no exterior, iniciassem atividades até o fim da última semana. Porém, o balanço dessas adesões ainda não foi divulgado.

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De acordo com o Ministério da Saúde
, o tempo médio de permanência dos dois primeiros grupos de profissionais variou de uma semana a três meses. Ainda segundo a pasta, os principais motivos relatados aos municípios para que os profissionais
desistissem dos postos foram a busca por outros locais de trabalho e por cursos de especialização e de residência médica.

Ainda não há data definida para a reposição das vagas que, com essas desistências, voltaram a ser abertas pelo Mais Médicos
. Onde mais ocorreram  reaberturas de vagas
foram em cidades com 20% ou mais da população em extrema pobreza —324 desistências. Em seguida, na lista de perfil das cidades estão capitais e regiões metropolitanas, com 209 desistências, ou 20%.

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Governo autoriza reajuste no preço dos remédios de até 4,33%

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Os medicamentos irão custar mais caro neste ano. De acordo com uma decisão do governo federal, publicada neste sábado (30) no Diário Oficial da União (DOU), o preço dos remédios poderá ser reajustado em até 4,33%.

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O aumento no preço dos remédios
, autorizado tanto pelo governo quanto pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), passa a valer a partir deste domingo (31). “As empresas produtoras de medicamentos poderão ajustar os preços de seus medicamentos em 31 de março de 2019, nos termos desta resolução”, diz a publicação no DOU.

Em nota, o Ministério da Saúde 
disse que o percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste, fazendo com que as empresas possam optar por cobrar valores menores ou maiores, desde que dentro desse limite.

Será uma correção igualitária para os três grupos de insumos: os de maior concorrência, concorrência moderada e concentrada”, afirma a nota. Segundo o ministério, mais de 12 mil medicamentos
são comercializados no Brasil.

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A pasta explica, ainda, que para exercer o direito ao ajuste, “as empresas fabricantes devem encaminhar as informações de vendas realizadas no segundo semestre do ano passado e informar qual percentual de ajuste pretendem aplicar, não podendo ultrapassar o máximo autorizado para cada classe de medicamentos”.

“O reajuste continua atendendo aos princípios da racionalidade e previsibilidade, proporcionando transparência à população e a empresas do setor farmacêutico. Dessa forma, se evita abusos nos preços de medicamentos
. É importante reforçar que a CMED faz o monitoramento e atua rigorosamente na autuação de empresas que estejam em desconformidade com o limite máximo do ajuste anual permitido”, delarou o Secretário Executivo da CMED, Ricardo Santana.

Cálculo do preço dos remédios


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O aumento deste ano ficou acima da inflação oficial do País, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Entre março do ano passado e o mesmo mês deste ano, a inflação acumulada foi de 3,89%. 

De acordo com a pasta, para chegar ao índice de reajuste
, a CMED considera fatores como “a inflação dos últimos 12 meses (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos (X), custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica (Y) e a concorrência de mercado (Z).” Essa forma de cálculo já é realizada desde 2015.

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O Ministério da Saúde afirma, ainda, que caso alguma empresa desrespeite o limite máximo de reajuste no preço dos remédios
, ela poderá ser punida com multas que podem variar entre R$ 649 e R$ 9,7 milhões.

O artigo Governo autoriza reajuste no preço dos remédios de até 4,33% foi originalmente publicado em https://saude.ig.com.br/2019-03-31/sobe-preco-dos-remedios.html