Espaço ViverCasa&Gourmet oferece cursos gratuitos em abril – em Mulher de Corpo

Por: Carla Festucci



espaço vivercasaegourmet

O espaço ViverCasa&Gourmet é um centro que oferece cursos, treinamentos, workshops,

consultorias e atendimento personalizado gratuitos para um público diversificado

Foto: Divulgação

O espaço ViverCasa&Gourmet vai oferecer cursos e palestras sobre gastronomia e beleza no mês de abril. O objetivo ao reunir as pessoas, é apresentar tendências, experiências e sensações, além de permitir a interação entre consumidores, clientes, parceiros, marcas, serviços e produtos.

Quem gosta de culinária e gastronomia, pode aprender a fazer salgadinhos tradicionais de festa, minibolos decorados, o famoso escondidinho, entre outras delícias. E tem também a oportunidade de participar de palestras sobre organização da cozinha, cuidados com as roupas e, já de olho em maio – o tradicional mês das noivas -, organização de casamentos.

Já para quem se interessa por moda e beleza, o espaço terá aulas sobre penteados rápidos para festas, maquiagem e design de sobrancelhas.

Os cursos são gratuitos e estão abertos ao público em geral. Os interessados devem fazer a inscrição pelo site do ViverCasa&Gourmet. As vagas são limitadas.

Confira a programação completa de abril…

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Conheça os perigos de ficar em jejum e saiba evitá los

Depois de um churrasco, uma feijoada ou após consumir alimentos muito calóricos, tem gente que passa muito tempo sem comer, por achar que o organismo irá se recuperar de forma mais rápida ou que, desta forma, evitará engordar, como uma espécie de compensação pelos excessos. Será verdade? Segundo especialistas, isto não passa de um engano.

A grande verdade é que ficar sem comer faz mal à saúde. “O máximo que se pode fazer é reduzir a quantidade e comer alimentos mais leves, mas jejum completo é prejudicial”, explica Thabata Martins, nutricionista do Zahra Spa & Estética.

A grande maioria dos casos de transtornos alimentares, como bulimia e anorexia nervosa, aliás, é causada por dietas contra-indicadas pelos médicos, que incluem longos períodos sem comer. Com elas, o indivíduo passa a ter episódios de descontrole alimentar e depois de um tempo em jejum, come compulsivamente, apresentando sintomas depressivos.
Jejum da alma

Devido às crenças religiosas, muitos acreditam que o jejum purifica o organismo, o que não é verdade. Pessoas diabéticas, idosos com debilitação física e que usam medicação em horários fixos não podem deixar de se alimentar. Isso acontece porque, aos poucos, as reservas de glicose vão acabando, e outras fontes de energia, como proteínas e gordura, passam a ser utilizadas para que o organismo se mantenha vivo.

O jejum ainda provoca consequências sérias ao organismo. Quanto mais longo for o jejum, mais gordura e proteínas vão sendo consumidas. Com isso, o humor se altera, o hálito fica ruim, o indivíduo pode ter crises de hipoglicemia, o corpo produz menos calor. No caso das mulheres, a menstruação também atrasa. Fraqueza, sudorese, apatia, queda de cabelo e unhas quebradiças também são consequências comuns. Mesmo em pacientes obesos, jejuns de mais de quatro horas são contra-indicados, a não ser, em situações específicas.

Rotina regrada

Em longo prazo, carência de vitaminas, enfraquecimento do organismo, baixa imunidade, desnutrição severa e inanição são alguns dos sintomas de quem fica muitas horas sem se alimentar. É claro que existem aqueles que toleram passar mais horas sem se comer, pela falta de tempo quando estão trabalhando, mas isso não pode se tornar uma desculpa. “O ideal é ingerir alimentos de três em três horas”, aconselha Thabata.

O ideal para quem tem uma vida corrida é começar o dia com algo leve e em pequenas quantidades. Beba bastante água para hidratar o corpo. O organismo precisa digerir com calma o alimento. Quanto maior for o período em jejum, mais delicada é a digestão. Frutas in natura, sucos, pão integral, queijo branco, alimentos funcionais com pouco açúcar e pouca gordura, além de serem leves e de fácil digestão, não causam desconforto e nem enjoos matinais.

Agência Hélice,

Especial para o Terra

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O que significa cada item do rótulo dos alimentos?

o que significa cada item do rotulo dos alimentos O que significa cada item do rótulo dos alimentos?

Para você realmente saber se tudo o que come faz bem ao seu corpo, deve saber ler e entender as informações nutricionais e técnicas contidas no rótulo dos alimentos. Além de saber o que significam valores nutricionais diários ou porção, é preciso conhecer o significado de cada item da tabela, como sódio e gorduras saturadas, por exemplo.

Se você é uma mulher que se preocupa com o que consome e com o que serve à família, não pode deixar de conferir o rótulo dos alimentos. Mas, só olhar não adianta. Saiba o que significa cada um daqueles itens que você encontra no verso da embalagem dos alimentos e comece a consumir alimentos mais saudáveis.

Valor Energético: Denomina-se valor energético a energia que é produzida pelo corpo humano através dos carboidratos, proteínas e gorduras totais. Esse valor é expresso em forma de quilocalorias e quilojoules, pelas siglas KCAL e KJ, respectivamente. As duas formas são aceitas para mensurar o valor energético.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, 1 quilocaloria equivale a 4,2 quilojoules.

Carboidratos: São os responsáveis por oferecer energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. Em geral, os carboidratos são encontrados com maior facilidade em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas e tubérculos (batata e mandioca).

Proteínas: São importantes componentes dos alimentos. As proteínas são necessárias para a manutenção de órgãos, tecidos e células. Carnes, ovos, leites e derivados, feijões, soja e ervilha são fontes naturais de proteínas.

Gorduras totais: Principais fontes de energia do corpo, as gorduras auxiliam na absorção das vitaminas A, D, E e K. São chamadas gorduras totais porque representam o total de todos os tipos de gorduras (de origem animal ou vegetal) encontradas no alimento.

 

Gorduras saturadas: Em geral, a gordura saturada é um tipo presente em alimentos de origem animal, como carnes, queijos, leite integral, manteiga, requeijão e iogurte, por exemplo.

Ao observar o total de gorduras saturadas, é preciso atentar-se ao fato de que, quando consumida em grandes quantidades, essas gorduras podem aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração.

Gorduras trans ou ácidos graxos trans: Essa gordura é encontrada, principalmente, em alimentos industrializados, por exemplo, margarinas, biscoitos, sorvetes, salgadinhos prontos, que têm como matéria prima as gorduras vegetais hidrogenadas.

O organismo humano não necessita de gorduras trans. Por esse motivo, o consumo deve ser reduzido porque ela pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração. De acordo com a ANVISA, não se deve consumir mais que 2 gramas de gordura trans por dia.

Fibra Alimentar: Esse nutriente pode ser encontrado em alimentos de origem vegetal, principalmente, como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. As fibras auxiliam no funcionamento do intestino.

Sódio: O sódio pode elevar a pressão arterial, quando consumido em excesso. Ele está presente no sal de cozinha e alimentos industrializados.

Fique atenta ao valor diário de referência, representado pela sigla %VD, e evite alimentos que possuam alto %VD em gorduras que podem fazer mal ao corpo.

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