O que fazer para acabar com as bolhas e os calos – em Pergunte ao especialista

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Homem sem dor que mastigou parte da língua é alvo de estudo

Veja a matéria completa sobre Homem sem dor que mastigou parte da língua é alvo de estudo e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.

BBC

O americano Steve Pete nasceu com a desordem congênita conhecida como analgésia. Ele é fisicamente incapaz de sentir dor
física. Ele não precisa de anestesia quando extrai um dente e nunca sentiu dor de cabeça
na vida.


BBC Brasil

Steve Pete agora está participando de um estudo sobre a sua condição e a sua experiência é um dos quatro temas de uma exposição que está sendo exibida no Science Museum, de Londres (Inglaterra).

Leia a história dele: 
Americano que não sente dor conta como passou infância de gesso

A condição de Steve veio à tona pela primeira vez quando ele ainda era um bebê e mastigou parte de sua língua sem se dar conta. Sua condição foi um problema recorrente quando ele estava crescendo.

Crianças levadas

Ele admite que ele e o irmão, que têm a mesma condição genética, não sofriam as mesmas restrições que outras crianças.

”Mas meninos são assim. Eles se metem em confusões e nós meio que levávamos isso a um extremo”.

Por conta disso, ele e o irmão estavam constantemente sendo cobertos com band-aids e sendo internados frequentemente em hospitais.

”Quando éramos crianças, se quebrávamos uma perna, continuávamos a usar essa perna, apesar de estarmos com ela engessada. E, com isso, não dávamos tempo para que a perna se curasse”, relembra.


Reprodução

”Se você sofre tantos ferimentos assim quando criança, vai começar a sentir as consequências de todas essas lesões, como artrite nas suas juntas e problemas de locomoção”, diz.

Exposição

A exposição no Science Museum que destaca a condição de Steve Pete e de outras três pessoas é intitulada Pain Less (Indolor). O outro lado da moeda é Peter King, cuja história extraordinária também consta da exposição.

Enquanto Pete nunca sente dor, King nunca deixa de sentir. Ele acabou perdendo os movimentos do braço esquerdo na infância ao contrair poliomielite. Após um acidente, aos 50 anos, ele acabou tendo o braço amputado.

Agora, 20 anos após a amputação, ele continua sentindo dores no braço que não existe mais. King tem o que se convencionou chamar de membro fantasma.

Assim como muitos que sentem um membro que foi retirado, ele sente uma sensação de dor quando se mexe e sente queimação ao longo do braço inexistente e a sensação de que seu pulso ausente estaria sendo apertado.

”Em uma escala de 0 a 10, minha dor chega a 8”, afirma King.

Pesquisa

Ele está sendo submetido a uma nova técnica computadorizada de reconhecimento de movimentos e tem feito uso de um visor de realidade virtual capaz de iludir a mente a achar que uma imagem duplicada do braço direito é, na verdade, o braço esquerdo. Com isso, quando seu braço direito se move, em sua mente, é como se o esquerdo também repondese ao movimento.

”Após alguns minutos, meu braço fantasma esquerdo, que normalmte parece apenas estar parado ao meu lado, começa a sentir como se estivesse se mexendo e tocando em objetos, porque no meu visor eu vejo o meu braço esquerdo trabalhando”, diz ele.

A realização de 30 a 40 minutos de exercício acaba aliviando a dor que ele sente consideravelmente. King afirma que após o exercício, na escala de dor que ele estabeleceu, o nível de dor é de 2, uma redução expressiva se comparada ao nível 8 que ele sente habitualmente.

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Um em cada cinco homens jovens usa remédio para impotência sem indicação

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sem indicação e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.

O uso de medicamentos sem indicação médica para melhorar o desempenho sexual faz parte do cotidiano de um em cada cinco homens entre 20 e 35 em São Paulo.

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A alarmante estatística foi encontrada em um levantamento inédito do ambulatório de sexualidade do Centro de Referência em Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, na zona sul da capital paulista.

Na hora da consulta, aponta o estudo, as eplicações não variam muito: curiosidade, vontade de melhorar o desempenho sexual e, claro, o medo de falhar na “hora H”.

A unidade atende mais de 300 homens por mês com problemas sexuais e cerca de 20% deste total afirma já ter feito o uso de estimulantes sexuais, pelo menos uma vez, sem prescrição médica.

O médico chefe do serviço de urologia do hospital, Joaquim Claro, alerta que os comprimidos não apresentam resultados para grande parte dos homens e ainda podem causar dores de cabeça e musculares, diarreia, alergias, visão dupla e, em casos mais severos, até cegueira.

Pacientes com problemas no coração
não podem ingerir este tipo de medicamento, considerado um vasodilatador, principalmente sem supervisão médica. Dificuldades na ereção devem ser investigadas, pois podem indicar que o coração não anda bem
.


Conheça a seguir oito inimigos da potência sexual:

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