Ficar estressada pode fazer você acumular gordura na barriga – em Mulher de Corpo

Você sabia que as emoções influenciam diretamente seu corpo? Saiba como o estresse e a infelicidade podem favorecer o acúmulo de gordura na barriga e como é possível fugir deste problema!

Por Carol Salles | Foto Shutterstock | Adaptação web Ana Paula Ferreira


A sensação de contentamento e bem-estar libera no cérebro endorfina e dopamina, dois neurotransmissores capazes de inibir o apetite e diminuir a compulsão por doces, álcool e outros alimentos de alto teor calórico, como pizzas e lanches rápidos. “Já o contrário, ou seja, o estresse, a infelicidade, aumenta os níveis de cortisol, um hormônio que favorece o acúmulo de gordura na região abdominal”, explica Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista, de Passos (MG).

Por isso, ter uma vida equilibrada e satisfatória é essencial para o controle do peso. Segundo a médica, existem quatro pilares principais para se alcançar a plenitude. “Fazer atividades físicas de três a cinco vezes por semana, alimentar-se de maneira saudável, diminuindo a ingestão de ingredientes que causam ansiedade, como açúcar refinado e cafeína, controlar o estresse de maneira consciente, com técnicas como a meditação, e ter boas noites de sono”, enumera a médica.

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Saiba como as atividades físicas ajudaram Anaju Dorigon a vencer a depressão – em Segredo das famosas

A atriz apostou na ioga e na corrida para superar uma depressão. Aqui, ela conta o que faz para manter corpo, mente e espírito em equilíbrio

Por Diana Cortez | Foto Danilo Tanaka |Cabelo e Make Gabriel Arcanjo | Adaptação web Ana Paula Ferreira

Apesar de ter apenas 23 anos, Anaju Dorigon demonstra uma maturidade e um autoconhecimento incomuns para a sua idade. E tem motivos para isso. Ela, que ingressou na TV como a personagem Jade, na novela juvenil Malhação Sonhos, da Rede Globo, e está em seu segundo trabalho na telinha, agora como a Dulcineia na novela Belaventura, da Rede Record, conta que sofreu com depressão profunda dos 14 aos 19 anos. Foi com a ajuda da ioga e da corrida que conseguiu superar a doença. 

“Estava com acompanhamento de uma psiquiatra, mas optei por não tomar remédio. Ela respeitou minha decisão. Demorou mais tempo, mas sabia que eu conseguiria vencê-la em algum momento”, fala Anaju. Foi o que aconteceu. Provavelmente por conta da serotonina e da endorfina que os exercícios liberam, além de sua força de vontade, aos 21 anos a atriz teve a confirmação médica de que estava livre da depressão. “Foi preciso um trabalho diário com atividades físicas e sessões de análise, que adoro e continuo até hoje”, diz a morena, que também participou da série E Aí… Comeu?, do Multishow Play, e dos filmes Vendedor de Passados e Jesus de Nazaré.

Descobrindo seu lado zen

Anaju conta que a atividade física sempre fez parte da sua vida. “Comecei no balé, fiz jazz e sapateado. Mas, aos 13 anos de idade, por conta de uma lesão que me impedia de continuar dançando, optei por fazer ioga com uma professora indiana que morava no Brasil”, lembra. Segundo a atriz, foram três anos de aulas intensas. “A prática propõe conhecer o próprio corpo e expandir o seu espírito por meio dele. Nas aulas, aprendi sobre a filosofia budista, mantras, sânscrito, e sobre os deuses. Também entendi o que cada postura da ioga é capaz de proporcionar. Por exemplo, quando não estou bem, faço aquelas que trazem equilíbrio emocional. Isso é autoconhecimento.”

A partir do momento em que a professora voltou para a Índia, Anaju começou a praticar ioga por conta própria. Outro grande ensinamento da mentora foi a meditação, que Anaju faz diariamente durante 15 minutos antes de entrar em cena —, e, em dias mais tranquilos, em torno de 25 minutos.


Correr para voltar a sorrir

Aos 16 anos, Anaju também começou a caminhar e trotar para lutar contra a depressão. “Costumo dizer que a corrida é uma meditação em movimento. Atualmente, corro 12 quilômetros seis vezes na semana, por cerca de uma hora. E faço funcional de duas a três vezes. Quando não estou tão cansada, ainda pratico ioga”, fala a gata, que se tornou embaixadora da Adidas e estreou em sua primeira prova de 10 km no Chile em abril passado. Agora, com ajuda de um treinador da marca, tem como meta participar de uma maratona (isso mesmo, 42 km!) ainda este ano.

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EUA aprova nova terapia genética para combate ao câncer do tipo linfoma

Veja a matéria completa sobre EUA aprova nova terapia genética para combate ao câncer do tipo linfoma e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.


No Brasil, cerca de 10 mil casos de linfomas não Hodgkin, um tipo de câncer, são registrados anualmente

shutterstock/Reprodução

A agência reguladora de alimentos e medicamentos americana, Food and Drug Administration (FDA), liberou na quarta-feira (18) uma nova terapia, capaz de alterar células geneticamente, com o intuito de combater o câncer nos Estados Unidos.

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Quem poderá fazer uso desse tratamento serão os pacientes com linfomas não Hodgkin, um tipo de câncer
. A terapia funciona como uma recauchutagem de células de defesa e organismo, que precisam ser removidas da circulação em um procedimento conhecido como leucoforese. Ao serem modificadas geneticamente, elas são reinseridas no paciente.

Por estarem alteradas, as células tem uma capacidade maior de conseguir combater as células cancerosas. No entanto, essa técnica ainda não está totalmente segura, já que, devido à esse processo, o paciente pode acabar indo a óbito por conta de infecções – que normalmente não seriam graves e não ocasionariam nenhum problema.

Até o então, o último tratamento
desse tipo que estava aprovado é direcionado para pacientes com leucemia linfoide aguda (LLA). A nova terapia, nomeada de Yescarta, da Kite Pharma, foi licenciada para ser utilizada em casos de maior gravidade de linfomas não Hodgkin
quando duas tentativas de quimioterapia já foram testadas e falharam.

Com essa técnica, a sobrevida em dez anos pode chegar a 36% nos casos mais graves, conforme apontou pesquisas americanas. Já em casos de prognóstico mais brando, as chances são de 70%.

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Os testes da eficácia e segurança do Yescarta
foram realizados em diversos centros de pesquisa e com mais de 100 adultos com linfomas de células B grandes, que encontravam-se em um estado refratário ou reincidente. O índice de remissão ficou em 51%.

“A aprovação traz essa nova classe de terapias com células CAR-T [com receptor antigênico quimérico] para um grupo adicional de pacientes com câncer que tinham poucas opções e que não respondiam a tratamentos anteriores”, manifestou-se em um comunicado Peter Marks, diretor do Centro de Avaliação Biológica e Pesquisa da FDA.

No Brasil, ainda não há nenhuma previsão para a chegada da nova terapia. Já nos EUA, o custo com o procedimento deve ser de US$ 373 mil, o mesmo R$ 1,2 milhão.

Linfoma não Hodgkin

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), anualmente, mais de 10 mil casos de linfomas não Hodgkin são registrados no Brasil. Segundo o Instituto Oncoguia, dependendo do local onde o linfoma está localizado, os sinais e sintomas podem ser diferentes.

Entre os mais comuns estão o aumento dos linfonodos, inchaço no abdome, sensação de saciedade após uma pequena refeição, pressão ou dor no peito, falta de ar ou tosse, febre, perda de peso, sudorese noturna, fadiga e diminuição das taxas sanguíneas.

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