Narrativa de "Supermax" exige paciência do público: saiba o que esperar

Veja, Narrativa de "Supermax" exige paciência do público: saiba o que esperar confira também tudo o que acontece no BBB13.

  • Divulgação/TV Globo

    Cena de "Supermax" com Diana (Fabiana Gugli), Artur (Rui Ricardo Diaz), Sabrina (Cleo Pires), Sergio (Erom Cordeiro), Bruna (Mariana Ximenes), Nando (Nicolas Trevijano), José Augusto (Ademir Emboava) e Janete (Maria Clara Spinelli)

    Cena de “Supermax” com Diana (Fabiana Gugli), Artur (Rui Ricardo Diaz), Sabrina (Cleo Pires), Sergio (Erom Cordeiro), Bruna (Mariana Ximenes), Nando (Nicolas Trevijano), José Augusto (Ademir Emboava) e Janete (Maria Clara Spinelli)

Originalidade não é bem a palavra para definir “Supermax”, nova aposta da Globo, que estreia nesta terça-feira (20), após “Justiça”. A série deixa no ar em vários momentos a sensação de déjà-vu, com ecos de “Lost”, “The Walking Dead” e da primeira temporada de “True Detective”. O ar de novidade tem mais a ver com a entrada num terreno pouco explorado na TV aberta brasileira, mas de apelo universal – as fronteiras entre o thriller, o terror e o suspense.

As pistas são dadas aos poucos, e avançar até a ação propriamente dita exige uma certa paciência do público – especialmente de quem vai assistir pelo modo tradicional, às terças-feiras, pela TV. Com os 11 primeiros episódios disponíveis na plataforma Globoplay (para assinantes), é possível fazer uma maratona, mas não completa: o desfecho permanece desconhecido até dezembro, quando o último episódio vai ao ar. Não adianta gastar seu fôlego de uma vez: trata-se de uma corrida de longa distância.

A trama se desenrola no meio da selva amazônica, onde se encontra o presídio de segurança máxima desativado que serve de cenário para o reality show onde 12 pessoas disputam o prêmio de R$ 2 milhões. Se os trailers divulgados pela emissora faziam uma seleção dos momentos mais frenéticos e sangrentos, os primeiros episódios pisam no freio e são mais centrados nos conflitos entre os participantes.

Na estreia, a série se aproxima bem da linguagem de um reality show, não só pela presença de Pedro Bial, indissociável do “Big Brother Brasil”, mas pela própria apresentação da dinâmica do jogo. Conhecemos o mínimo sobre cada um (o que eles querem ou podem divulgar sem se comprometer demais), as instalações do presídio e as regras da competição, que tem um líder e até uma espécie de “Big Fone” (com uma função bastante diferente, diga-se). 

O artigo Narrativa de "Supermax" exige paciência do público: saiba o que esperar foi originalmente publicado em http://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2016/09/20/narrativa-de-supermax-exige-paciencia-do-publico-saiba-o-que-esperar.htm

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