Campanha de vacinação contra gripe começa hoje em todo o Brasil

Veja a matéria completa sobre Campanha de vacinação contra gripe começa hoje em todo o Brasil e fique por dentro de como cuidar da sua saúde.


Idosos a partir de 60 anos devem se vacinar contra a gripe; imunizante será distribuído no SUS

shutterstock/Reprodução

Começa nesta segunda-feira (23) a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza em todo o território brasileiro. A mobilização contra gripe vai até o dia 1º de junho e será oferecida gratuitamente para o grupo prioritário no Sistema Única de Saúde (SUS).

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Devem ser imunizados contra gripe
idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas – que estejam no período de até 45 dias após o parto -, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem receber a dose. Para isso, o indivíduo deve apresentar prescrição médica na hora de receber a proteção. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS
não precisam da prescrição e podem procurar os postos de saúde em que estão registrados para receber a vacina.

Dia D

No dia 12 de maio, batizado de “Dia D” a campanha ganha reforço e deve abrir 65 mil postos de vacinação em todo o Brasil, sendo 37 mil de rotina e 28 mil volantes, com o envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis, para a mobilização, 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

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De acordo com o Ministério da Saúde, a dose protege contra os três subtipos do vírus
da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo o H1N1 e o H3N2.

“A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos”, informou o ministério.

Reações adversas

Não é comum, mas após a aplicação da vacina
, podem ocorrer, de forma rara, dor, vermelhidão e endurecimento no local da injeção. Mas o Ministério da Saúde ressalta que as manifestações são consideradas benignas e os efeitos costumam passar em 48 horas.

Em relação à contraindicação, o imunizante é vetado para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

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Pudim de chocolate zero a??car para quem n?o quer sair da dieta – em Receitas Light

Receita da chef Iracema Bertoco, do Centro Europeu, é ideal para quem busca uma sobremesa saborosa e saudável

Texto Estela Lopes | Foto: Divulgação

A chef Iracema Bertoco, do Centro Europeu, principal escola de gastronomia do Brasil, preparou uma receita de Pudim de chocolate zero açúcar, ideal para quem busca uma sobremesa saborosa e saudável para todas as estações do ano. Confira! 

Pudim de chocolate zero açúcar

Rendimento: 10 porções
Valor calórico: 120 calorias por porção 

Ingredientes:  
– 2 xícaras de leite em pó
– 1 xícara de sucralose granular (aquela que se usa por medida e não por peso. Ou 10g de sucralose em pó comum)
– 1 colher de manteiga de coco
– ½ xícara de água quente
– 2 colheres de chocolate em pó (sem açúcar)
– 1 xícara de leite
– 2 ovos 

Para a calda: 
– 1 xícara de frutose
– 3 colheres (sopa) de água fria 

Modo de preparo: Bata no liquidificador o leite em pó, a sucralose, a manteiga de coco e a água quente até formar um creme. Depois, acrescente o leite, o chocolate e os ovos, e bata novamente. Reserve. Para a calda, coloque a frutose com a água fria em uma panela. Leve ao fogo baixo até ficar amarela. Não deixe ficar na cor de caramelo, senão queima. Despeje a calda em uma forma de pudim untada com manteiga de coco. Cubra essa forma com papel alumínio e leve par assar em forno em banho-maria (coloque água no fundo de uma assadeira e coloque a forma de pudim dentro). A temperatura do forno deve ser bem baixia, de no máximo 130 graus. Deixe assar por 30 minutos. Desenforme quando estiver morno. 

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Casos de morte por febre amarela chegam a 342 em dez meses, diz ministério

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Todo o território brasileiro será área de recomendação para vacina contra a febre amarela

Moisés Silva

Já são 342 mortes por febre amarela no Brasil em quase dez meses. O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde, que contabiliza os registros da doença desde o dia 1º de julho de 2017 até 17 de abril deste ano.

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Ao todo, 1.157 casos de febre amarela
foram notificados à pasta. O número é 41,9% maior do que os registros do mesmo período do ano passado, quando 733 casos haviam sido contabilizados. A quantidade de mortes também subiu, tendo em vista que em julho de 2016 a abril de 2017 foram registrados 241 óbitos.

São Paulo
é o estado com maior parte dos casos, com 2.558 registros, seguido de Minas Gerais, com 1.444, Rio de Janeiro, 453, e Paraná, 110. Quanto aos óbitos, praticamente todos estão concentrados em Minas Gerais, com 156 mortes, São Paulo, 120, e Rio de Janeiro,64. Uma morte também ocorreu no Distrito Federal e outra no Espírito Santo.

Para o Ministério da Saúde, o maior problema enfrentado neste ano em relação à doença não é apenas em relação ao crescimento de casos, mas ao fato do vírus estar circulando em regiões metropolitanas com maior contingente populacional, o que pode gerar mais infecções, inclusive em áreas que nunca tiveram recomendação de vacina.

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Sintomas e prevenção

A febre amarela é uma doença viral que causa dores no corpo, mal-estar, náuseas, vômitos e, principalmente, febre. Os sintomas duram em média três dias. Em alguns pacientes, o vírus da febre amarela ataca o fígado. São as complicações hepáticas que levam as pessoas infectadas a ficar com uma cor amarelada, daí o nome febre amarela.

Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que em torno de 30% das pessoas que contraem a doença podem morrer, se não forem diagnosticadas precocemente.

Caso tenha tais sintomas, a recomendação é a de que o paciente busque imediatamente atendimento adequado nas unidades de saúde. Já a prevenção ocorre principalmente por meio da vacinação.

Desde o fim de março, o Ministério da Saúde ampliou para todo o território nacional a recomendação para a vacina contra febre amarela.

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*Com informações da Agência Brasil

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